Juntos pelo Léo! Família faz vaquinha on-line para custeio de cirurgia cerebral do homem

Leonardo dos Santos Azevedo (Léo), nasceu bem e com saúde como qualquer outra criança. Mas aos 6 meses de vida teve uma convulsão e precisou ficar 30 dias internado no hospital. Foram realizados vários tratamentos, os mais variados possíveis, entre eles foi coletado líquido cefalorraquidiano (líquor) da medula espinhal. Nada foi efetivo. Léo não aprendeu a falar, e cresceu acompanhado com várias especialidades médicas para tentar ter uma vida mais saudável possível. Foi acompanhado por fonoaudiólogos, psicólogos, fisioterapeutas, neurologistas entre outros. Com o passar dos anos, foi-se notando que Leonardo estava ficando cada vez mais agressivo e agitado.  

Hoje Léo mora no interior do estado do Rio de Janeiro, tem 42 anos e seu estado clínico é muito delicado. Seu diagnóstico é de Paralisia cerebral quadriplágica espástica + Epilepsia e síndromes epilépticas definidas por sua localização (focal) (parcial) com crises de início focal. Léo vive como o pai de 70 anos e a mãe de 65 anos. Ele é dependente de cuidados para todas as suas atividades diárias, como comer, ir ao banheiro, tomar banho e fazer a barba. Léo toma 4 tipos de medicamentos controlados várias vezes ao longo do dia para controlar suas crises. Ele se morde, puxa os cabelos de quem estiver por perto para cuidar dele, agride, quebra as coisas de dentro de casa. A mãe cuidava dele quase que a maior parte do tempo sozinha e os irmãos, sempre que podiam, também corriam para dar um socorro a ela. Há 12 anos atrás o pai se aposentou e passou a ajudá-la mais efetivamente, mas como são idosos não conseguem mais ter forças para segurá-lo. 

Como a situação está insustentável e Léo está colocando sua vida e a vida de seus familiares em perigo, alguns dos médicos neurologistas e psiquiatras que o acompanham há algum tempo foram buscar alternativas, já que aumentar as doses de seus medicamentos não é aconselhável e efetivo. Descobriu-se que é possível realizar uma cirurgia cerebral que irá minimizar a agressividade. A cirurgia pode ser feita em Goiás, mas é extremamente cara e a família não dispõe dos recursos financeiros e nem bens que possam ser disponibilizados para arrecadar o montante.  

Léo precisará se deslocar do Rio de Janeiro até Goiás, realizar a cirurgia e ficar 30 dias no hospital em recuperação, o que gera um custo a mais. A família agora conta com a ajuda de amigos e conhecidos para ajudar em uma vaquinha e ver se é possível aliviar o sofrimento de todos. Qualquer quantia é bem vinda e quem não puder contribuir financeiramente, mas puder divulgar, a família agradece imensamente.  

Vamos ajudar o Léo, link da vaquinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/juntos-pelo-leo-carlos-eduardo-dos-santos-azevedo

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